terça-feira, 30 de junho de 2015

OS INSETOS DO BEM-CONHEÇA OS PARCEIROS DAS ORQUIDEAS!



Joaninha se alimentando de um pulgão
Quando se inicia no cultivo de orquídeas, a grande maioria das pessoas tem experiências desastrosas envolvendo insetos. Acabam conhecendo primeiro os vilões que atacam as plantas. Esses insetos considerados vilões, se alimentam das orquídeas deixando lesões que são “portas” de entrada para que os fungos oportunistas ataquem as orquídeas. Isso é muito comum quando algo no cultivo esta deixando a desejar ou quando o ambiente não está adaptada para o cultivo das orquídeas. Quando se observa esse tipo de situação acontecendo é como se fosse um aviso ao cultivador de que algo está errado. Os motivos mais comuns para que esse tipo de situação aconteça estão relacionados ao clima do lugar de cultivo e a adubação ineficiente, pois esses são os fatores essenciais para que qualquer espécie de orquídeas possa se adaptar e vegetar com qualidade. 
Borboleta-Polinizadora; Grilo- pode se alimentar da
própria planta ou de outros insetos.
Em meio natural tudo vive em harmonia!

Os insetos em sua grande maioria estão inseridos na natureza, vivendo de forma sustentável promovendo o equilíbrio no meio. São eles que interagem com as plantas de forma positiva ou negativa. Se você está tendo um problema com pragas, você provavelmente tem um desequilíbrio, ou no ambiente que pode estar inadequado ou por falta de nutrientes através da adubação
Se uma orquídea está num lugar que não recebe as suas necessidades de temperatura, de umidade, de ventilação, de luz e de adubação, dificilmente vai bem e podem ficar um longo tempo tentando se adaptar, gastando energia e ficando cada vez mais fraca. 
Lesma- praga mais voraz que o caracol, considerada
 uma glutona, comendo brotos, raizes e botões primeiro,
sendo um terror dos orquidáfilos
mas essencial na natureza vivendo em baixo faz a reciclagem
vegetal
Insetos como cochonilhas, pulgões, lesmas, tripés, ácaros, são alguns exemplos de insetos que atacam as plantas debilitadas para se alimentar e depositar seus ovos. Em ambiente natural, é comum existir um equilíbrio, pois além desses insetos que são consideradas verdadeiras pragas existem também os insetos considerados do "bem", e a sua presença acaba ajudando, já que são predadores e se alimentam das pragas que atacam as plantas. São muito vorazes para se alimentar. Pulverização de venenos e pesticidas indiscriminadamente é a pior coisa que você pode fazer para suas plantas pois  além de matar as pragas mata os seus predadores naturais.
Na agricultura moderna tem-se usado cada vez mais o controle biológico como meio de acabar com pragas que infestam as plantações. O uso de pesticidas químicos não tem tido tanta eficácia contra determinadas pragas da agricultura como a tripés por exemplo. 


 Vamos conhecer alguns dos insetos do bem:

JOANINHA

Espécies de joaninha- predadoras naturais de insetos sugadores de plantas

A joaninha, de larva a fase adulta passa por metamorfose antese suas cores chamativas funcionam como uma proteção indicando aos inimigos que pode ser toxica. Muito voraz para se alimentar uma unica joaninha pode comer mais de 50 pulgões em um unico dia...
 
TESOURINHA
 
Tesourinha(dermáptero)- predador natural de insetos sugadores

Os dermápteros são insetos predadores conhecidos popularmente por tesourinhas, Os dermápteros, em virtude do seu comportamento alimentar diversificado, vêm se destacando como importantes agente de controle biológico, pois apresentam uma alta voracidade e uma alta capacidade de ataque sobre várias espécies de insetos que são considerados pragas, principalmente de ovos, larvas e lagartas.

VESPAS
VespaAphidius ervi- parasita os pulgões colocando um ovo dentro do seu corpo.
-www.alexanderwild.com
Essa espécie de vespa é um importante inseto usado no controle biológico de infestações de pulgões na agricultura e em estufas. As fêmeas colocam um ovo dentro dos pulgões e as larvas ao nascerem se alimentam do inseto a partir de dentro levando a morte e transformando-o em uma múmia. Quando atinge a idade adulta a vespa sai para fora da carcaça do pulgão múmia.


FORMIGAS
Formigueiro e orquideas enraizadas nele, no tronco de uma árvore.
-www.alexanderwild.com.


Formigueiro suspenso
-www.alexanderwild.com

As formigas não prejudicam o meio, apenas o equilibram e vivem dele. Podem acelerar a morte de uma planta ou apenas defende-la vivendo em parceria. O gênero Azteca é um grupo de formigas composto por mais de cem espécies diferentes.Elas são conhecidas pelos nomes de formiga-asteca ou formiga-da-embaúba. São formigas pequenas, normalmente de coloração preta ou marrom, muito agressivas e com picada bastante dolorida. 
São formigas abundantes em habitats de baixa altitude do México à Argentina passando por toda a Amazônia , habitando o interior de troncos e galhos ocos da árvore embaúba, e nas copas das árvores altas na floresta formando formigueiros suspensos, onde orquídeas e outras plantas epífitas germinam e vivem em parceria com elas, enraizando praticamente dentro do formigueiro. 
A formiga defende estas plantas de predadores e em "troca" a planta fornece um tipo de alimento para elas através de gotículas adocicadas que emergem das axilas das folhas e dos botões florais. As formigas de modo geral representam hoje mais de 30% de todo o peso animal das florestas.
 Elas exploram todas as partes do meio e na Amazônia são as que mais consomem vegetação, fazendo um trabalho de sustentabilidade da floresta, transformando e acelerando a volta dos nutrientes para o meio ambiente.
Formigas entre as raizes da planta
-www.alexanderwild.com
São as formigas também que cuidam de pulgões  e cochonilhas, pois esses insetos enquanto sugam a planta excretam uma substancia denominada a “melada”  a formiga coleta essa substancia usando-a  para sua sobrevivência, quando a planta não fornece o alimento.
 Por isso a formiga se torna um regulador do meio em que vive diferente de ser inseto ruim para as plantas. O que geralmente acontece é que em locais desequilibrados onde as plantas não conseguem se adaptar ou não recebem nutrição adequada, as formigas tendem a ser prejudiciais, pois as plantas acabam não fornecendo as gotículas de seu néctar para a formiga e então ela acaba colocando os “sugadores” para consegui-la!
 Em ambientes adequados onde as plantas vegetam com qualidade e recebem nutrição completa as formigas passam a ser aliadas protegendo as plantas de ataques de outros insetos, como besouros, lagartas, grilos, etc. 
Caso exista um excesso de formigas em meio as plantas e elas estejam atrapalhando o seu cultivo, utilize a calda de pimenta(uma mão cheia batida com agua e depois coada) diluída com agua, para espanta-las. Elas vão sentir o ardor e sair da planta. A calda só é prejudicial aos insetos. A nossa pele, mucosas e olhos devem ser protegidos da névoa durante a aplicação, sob risco de "arder as partes"(não digam que não avisei...) Não faz mal as plantas pois é natural, mas muito eficaz. Cravos também podem ser colocados nos vasos que inibem um pouco o transito das formigas que não gostam da especiaria. (Descobri também que o cravo espanta os gatos das plantas! eles não gostam do cheiro...)


INSETOS POLINIZADORES


Os insetos polinizadores são os que mais se relacionam beneficamente com as orquideas pois fazem o nobre trabalho de transportar o pólen de uma flor para outra beneficiando a proliferação das espécies. 
Algumas espécies de plantas são generalistas, ou seja, apresentam flores preparadas para ser polinizadas por qualquer tipo de inseto polinizador, assim como há insetos polinizadores capazes de recolher recursos da maior parte das flores das plantas.

A relação entre polinizador e planta também  pode alcançar níveis de especificidade surpreendentes. Relações muito específicas podem ser observadas em orquídeas, que possuem polinizadores especificos para cada espécie.
Vespas, moscas, borboletas, mariposas, besouros e até mesmo formigas, e vários outros insetos e também animais, são muito importantes no meio ambiente e para nos seres humanos que nos alimentamos das plantações polinizadas por esses nobres insetos.  
Vespas atraídas pela flor de orquídea que imita inseto

 Por isso o melhor cultivo é aquele que fornece tudo que as orquideas precisam para vegetar com qualidade de forma mais natural possível pois a aplicação de venenos acaba enfraquecendo o meio e deixando as plantas mais vulneráveis a ataques de insetos nocivos. 
A natureza é sabia e equilibrada e quanto mais simples for o cultivo domestico, maiores as chances de correr tudo bem. O cultivador deve dar atenção especial a  nutrição das plantas, pois é tema prioritário para quem quer obter sucesso com as orquideas. No mais é observar e se maravilhar com esse novo mundo a descobrir!
























sábado, 20 de junho de 2015

MILTONIA- A ORQUÍDEA AMOR PERFEITO

Miltonia spectabilis variedade rosea
foto: Mauro rosim
O genero de orquideas Miltonia reúne aproximadamente 20 espécies catalogadas, todas com florações abundantes e perfumadas.Foi proposto por John Lindley em 1837,O nome é uma homenagem ao orquidófilo inglês Charles Wentworth, Visconde de Milton, que teve seu nome latinizado para Carolus Excelsus Gulielmulus – “Vicecomes Miltonius”. Na epoca a planta descrita foi a Miltonia spectabilis, que ficou sendo sua espécie tipo. Ela é uma espécie de cor intensamente rubi e perfume inigualável, e com as variações alba, semi-alba e rósea.




Miltonia kayasimae
Depois delas muitas outras foram descobertas: Miltonia candida , Miltonia clowesii, Miltonia cuneata, Miltonia flava, Miltonia flavescens, Miltonia kayasimae, Miltonia phymatochila, Miltonia regnellii, Miltonia russelliana entre outras.
E tambem os híbridos naturais:
Miltonia × bluntii ( Miltonia clowesii × Miltonia spectabilis) (Brasil)
Miltonia × cogniauxiae (Miltonia regnellii × Miltonia spectabilis) (Brasil),
Miltonia × cyrtochiloides (Miltonia flavescens × Miltonia spectabilis) (Brasil),
Miltonia × lamarckeana (Miltonia candida × Miltonia clowesii) (Brasil)


Miltonia spectabilis variedade moreliana
São plantas que vegetam de forma epífita desde a área central do Brasil até a Argentina. Elas em geral habitam tanto as matas mais secas como as mais úmidas e formam lindas touceiras cobrindo troncos e ramos inteiros.
Miltonia flavescens-foto Márcio Verdi
Há alguns anos a espécie Miltonia agrupava também diversas espécies de clima mais frio, do noroeste da América do Sul e outras da América Central que acabaram por serem removidas para outros gêneros, a maioria para a espécie Miltoniopsis. As flores das miltoniopsis são as que mais se assemelham aos amores-perfeitos, mas é muito comum usar esta designação para os dois gêneros, Miltonia e Miltoniopsis, o que pode gerar confusão... Das Miltonias, a que mais se assemelha a flor Amor perfeito é a espécie tipo, Miltonia spectabilis.

Miltonia spectabilis
As Miltonia apresentam rizoma mais curto que outras espécies como  Brassia e Aspasia, possuem crescimento *cespitoso.
Seus pseudobulbos são ovais e alongados, bastante comprimidos lateralmente, alem de serem parcialmente recobertos por Bainhas foliares e sempre com uma ou duas folhas no alto do bulbo. As folhas das Miltonias são mais estreitas, delgadas e alongadas. A haste floral brota das axilas da Bainha que recobrem os pseudobulbos, crescendo ereta e racemosa. Podendo emitir uma flor solitária ou até quinze flores de tamanho médio a grande, dependendo da espécie. 


Miltonia spectabilis variedade alba
foto: Mauro Rosim
Bastante duráveis e  normalmente vistosas. As pétalas e sépalas são bastante variáveis em seu formato, em regra eretas, por vezes coniventes. Apresentam labelo inteiro, algumas vezes levemente lobado, em regra muito largo, colorido, e vistoso, desprovido de calosidades, mas podendo apresentar leve engrossamento estriado próximo da base. Sua coluna não tem pé e contêm duas polínias rígidas. As flores possuem perfume muito apreciado e exótico. As Miltonia preferem um clima mais quente, tropical como a maioria dos estados brasileiros e são mais fáceis de cultivar que as miltoniopsis. 
Estes dois géneros formam alguns híbridos entre si.Existem híbridos naturais entre várias espécies de Miltonia e estas têm sido utilizadas frequentemente na produção de novidades vistosas.
O genero Miltonia se assemelha no cultivo mais as espécies do genero Oncidium(Calor sombreado e umido), do que as genero Miltoniopsis de clima ameno.
*Crescimento cespitoso- É um termo botânico que se refere ao modo como algumas plantas crescem lançando novos brotos ou caules de maneira aglomerada, geralmente formando uma touceira ou espesso tapete.

APÓS AS FOTOS AS INFORMAÇÕES DO GENERO MILTONIOPSIS...

Miltonia candida- foto: Luiz Filipi Varella


Miltonia clowesii

Miltoniopsis White Sumer
Miltoniopsis Andrea West 
miltonia goodale moir "golden wonder"

                                Miltoniopsis
  O nome do gênero Miltoniopsis tem origem da união do nome do gênero Miltonia com a latinização da palavra grega: ὄΨις (opsis) que significa "parecido", aludindo à sua semelhança com o gênero Miltonia.
 É composto por seis espécies até o momento, nativas da Costa Rica , Panamá , Venezuela , Equador e Colômbia. Habita regiões de clima temperado e tem o cultivo diferente da Miltonia!
 Prefere climas com variações de temperatura, como o clima de altitude, dias quentes e noites frescas. De dia máxima de:  26/28ºC e  de noite:  entre  14/16ºC e extremos de até menos de 10ºC na época mais fria do ano. Não tolera o mesmo clima das Cattleyas por exemplo, por isso em regiões muito quentes durante o dia e a noite podem levar a planta a morte com o passar dos anos, e com florações menos vistosas. 
A espécie passa por constante melhoramento genético em busca de plantas de forma mais bonitas, de cores variadas e também mais resistentes as temperaturas, por isso antes de adquirir uma espécie ou híbrido certifique-se sobre suas preferências de cultivo para evitar surpresas!!
as espécies de Miltoniopsis:


                                                      Miltoniopsis bismarckii

                                Miltoniopsis phalaenopsis

                                    Miltoniopsis roezlii

                                Miltoniopsis vexillaria 


                               Miltoniopsis warszewiczii

Miltoniopsis santanae


segunda-feira, 15 de junho de 2015

CYMBIDIUM- EXOTICOS, RESISTENTES E DE MUITAS FLORES!

Cymbidium dorothy stockstill 'forgotten fruits'

Cymbidium híbrido
Cymbidium Judith Wooldridge
Cymbidium atlantes
Parte vegetal do Cymbidium-
bulbo redondo e folha comprida,

 vaso fundo pois emite muitas raizes.
Originária da Ásia, de países como a China, Índia, Sri Lanka, Nepal, Malásia, Filipinas ou Vietnã e também da Austrália, a espécie Cymbidium é um dos genero de orquídea mais propagados pelos produtores que atendem o mercado brasileiro de flores. A espécie se adapta muito bem ao clima brasileiro podendo ser cultivada em vasos e canteiros de jardim. É vendido essa época do ano para presentear as pessoas, decorar escritórios e consultórios pois possui uma folhagem muito ornamental e suas flores são cerosas e duráveis! Sem contar a grande variedade de cores e a sua durabilidade que pode passar de um mês. Os vasos de Cymbidium sempre apresentam muitos cachos que encantam as pessoas. Por isso a espécie  também é amplamente usado no mercado de arranjos florais e até buque de noivas! 
As plantas produzidas atualmente para o mercado de flores são híbridos de ótima genética e precocidade e apesar de não ser muito apreciado por grande parte dos colecionadores por suas flores não ter um padrão de perfeição como as demais orquídeas, é uma excelente planta para se ter no jardim, pois é de fácil cultivo e rápida propagação, adora o sol e é avida por nutrientes para crescer e florir todos os anos.
Cymbidium tiny-tiger cross sarah peach
Atualmente são 70 espécies terrestres e também epífitas catalogadas e uma infinidade de híbridos de muitas cores!
 Os Cymbidium são orquídeas muito colecionadas pelos europeus porque lá se podem cultivar facilmente do lado de fora da casa, nos jardins a pleno sol.   E é fora do Brasil que esse apreço é tão grande, pois existe uma sociedade exclusiva, com sede na Califórnia só para amantes da espécie.
 O endereço é www.cymbidium .org ,e traz informações sobre o gênero e dicas de cultivo.

Cymbidium Brown Beauty
Os cymbidium florescem uma vez ao ano, e aqui no Brasil a época é durante o outono e o inverno.
O que induz a sua floração além de adubação rica em fosforo é a diferença térmica da temperatura do dia para a noite. Durante o Verão podem se adaptar a temperaturas acima dos 30 graus, mas a temperatura  ótima deve ficar entre os 23 e os 30°C.  No Outono para que se produzam as hastes florais, a temperatura deve situar-se entre os 10 e os 15 °C durante a noite. A espécie deve receber a maior iluminação solar possível durante o cultivo, pois essa é uma das razões mais frequente para a falha na floração do Cymbidium é justamente a carência de radiação solar durante a época de crescimento. Pode ser cultivado dentro do orquidário pois em algumas regiões do Brasil a temperatura beira os 40 graus e o telado diminui essa temperatura um pouco.No cultivo em vaso isso deve ser feito de forma gradativa para que não queime as folhas. Se a planta está acostumada a sombra vá fazendo essa mudança a cada três meses até estar recebendo boa iluminação. Atualmente existem espécies que florescem sem a necessidade de indução como o Cymbidium dorothy stockstill 'forgotten fruits'.
A espécie Cymbidium deve receber uma adubação bem maior que outras espécies de orquidea, pois necessita de muitos mais nutrientes, principalmente o fosforo que usa para as raízes e a floração.

Cymbidium dorothy stockstill 'forgotten fruits'
Cymbidium Cliff Hutchings 'New Horizon’

As parte vegetal é constituídas por pseudobulbos de tamanhos variados dependendo da espécie e formato oval de onde saem folhas eretas e finas, com uma dobra longitudinal ao centro da folha.
 As folhas da espécie Cymbidium são decíduas, isto é permanecem nos bulbos antigos por alguns anos e depois vão amarelando e caindo, o que é normal na espécie.
 Fica apenas o pseudobulbo com a aparência de seco em virtude da palha que o recobre, mas  se estiverem robustos ainda são úteis à planta como reserva de água e nutrientes. É desses bulbos também que saem os novos brotos, por isso não devem ser arrancados de forma alguma. A melhor época para o replante é após a floração quando a espécie se prepara para iniciar a nova brotação que vai florir no ano seguinte.

Cymbidium plantado em vaso de forma terrestre.
Estas orquídeas gostam de temperaturas temperadas 14 e os 28 graus mas sobrevivem facilmente a temperaturas mais baixas e temperaturas mais altas com boa circulação de ar. Gostam de luz, até o sol direto e gostam de vasos altos, pois emitem muitas raízes grossas. O substrato deve proporcionar uma boa drenagem para evitar acumulação de água nas raízes que pode causar o apodrecimento da planta. As regas poderão ser frequentes, mas convém não manter as raízes sempre molhadas para que evitar apodrecer. Lembre-se que para orquídeas o que é prejudicial é o excesso!
 O substrato para quem cultiva Cymbidium em vasos deve ser uma mistura para plantas epifitas acrescida de húmus esterilizado e areia de rio. existem outras opções de substratos também, pois a espécie tem hábitos terrestres e também pode ser plantada no chão formando canteiros, expostos ao sol. Bom cultivo!